Páginas

Pesquisar este blog

domingo, 12 de agosto de 2018

Christine Fernandes fala da recente vida de solteira: ‘Tem uma fila bacana que eu não imaginava’

Vestido DTA (R$ 526,70) e joias Antonio Bernardo (preço sob consulta) Foto: Vinícius Mochizuki/Divulgação
Paulo Víctor Mafrans

Vestido DTA (R$ 526,70) e joias Antonio Bernardo (preço sob consulta) Foto: Vinícius Mochizuki/Divulgação
Esqueça os dramas, as confusões pessoais e a vida particular exposta que Christine Fernandes mostra em “Orgulho e paixão” na pele de Josephine. A única coisa que há em comum entre as duas é a elegante beleza, estampada aqui neste ensaio de moda. Aos 50 anos, a atriz conta que hoje se entende bem melhor.
— Chegar a essa idade de bem comigo mesma é um prazer! Fiz 20 anos de análise e já passei da fase de me garantir pela minha bunda e pelos meus olhos. Acho que a mulher de hoje se compreende melhor. Eu faço esportes por prazer, pela saúde. Tenho cuidados básicos com a pele e uso a tecnologia a meu favor, mas não quero seguir um padrão de beleza para o resto da vida. Meu desejo é envelhecer sem neura. Não sei meu peso, por exemplo, e só noto que engordei quando a calça jeans aperta — entrega a ex-modelo internacional e ex-jogadora de vôlei, que acrescenta: — O esporte me deu disciplina e a moda me ensinou a valorizar o custo-benefício das roupas. Só compro o que preciso.
Christine chegou para este ensaio de cara lavada, e ainda assim aparentando ser alguns bons anos mais nova. Esse espanto que costuma causar quando conta quantos anos tem, no entanto, gera um certo incômodo na atriz.
— Às vezes, parece que minha idade se torna maior do que eu sou, do que o meu trabalho. Aí eu fico preocupada. Eu vivo igual a quando tinha 13, 18 ou 45 anos. Por isso, prefiro falar do meu trabalho — diz ela.
E já que o assunto virou a vida profissional, a artista aproveita para exaltar sua volta à Globo após oito anos:
— Até então, tinha feito muitas mocinhas pacatas e mulheres ricas. Josephine chegou em minha vida logo após eu me separar (do também ator Floriano Peixoto, em janeiro deste ano), estava há uns três dias deprê. Quando fiz o teste, tive a certeza de que ela seria minha. Essa personagem veio para dar visibilidade à minha qualidade artística.
Na fictícia Vale do Café dos anos 20, em que se passa “Orgulho e paixão”, a controversa matriarca da família Tibúrcio tem agitado a vida de muita gente ao seu redor desde que reapareceu na trama, “ressuscitando” de sua falsa morte. Pelas ruas do Rio, onde a atriz mora, a vibração do público chega acompanhada de um discurso de reprovação.
— Já, já vou apanhar na rua (risos). Até então, Josephine só era vista como uma vítima das maldades do marido, que, de fato, é perverso. Mas, agora que as pessoas viram quem ela é de verdade, e eu também vi, o público acabou se sentindo traído também. Essa mulher tem lados obscuros muito fortes. Vendo essa resposta do telespectador, penso que o trabalho está dando certo — alegra-se Christine.
Produção: Samantha Szczerb
Agradecimento: Hotel Mama Shelter
fonte:extra.globo.com

Nenhum comentário:

Postar um comentário